Saindo um pouco do meu tema base, quero hoje prestar uma homenagem ao garoto Aidan Reed.
Minha homenagem na verdade é um cumprimento pela força e pela coragem de enfrentar com sabedoria o câncer que o acometeu. O resto da história é apenas um caso isolado como muitos outros.

por Dolores – Editoriais Sai Droga – Portal DQ
04 de maio de 2011, e, ao mundo é revelada a face de um jovem trabalhador, um promissor artista. Bem novinho… Criança ainda…
Um sortudo talvez? Um garoto talentoso ou uma idéia a ser seguida?
Comentários (nesse caso) não farão diferença.
Aidan Reed, de 5 anos que vendeu aproximadamente 3 mil desenhos pela internet gosta de se vestir de palhaço (bons e maus).
Também gosta de desenhar monstros (seu passatempo enquanto estava internado fazendo tratamento contra leucemia).
Sua família, da região meio-oeste nos EUA (Kansas City), afirma que isso não é comum por lá.
Ao ser diagnosticado com Leucemia seus pais, apesar de abalados, procuraram de imediato um tratamento para o pequeno Aidan, que tinha, segundo médicos especialistas em oncologia infantil, 90% de chance de cura – de acordo com o tipo de câncer que agia em seu organismo.
Sua família colocou a casa a venda para arcar com as despesas hospitalares do menino.
Kate e Wiley acompanharam de perto o sofrimento de Aidan diante das terapias quimioterápicas e de outros procedimentos que causavam dor na criança.
Uma tia dele, Mandi Ostein, que carrega consigo o número de sorte “60” (sessenta), percebendo seu talento e a situação financeira familiar, teve a genial idéia de colocar a venda, pela internet, 60 dos desenhos de Aidan (a maioria feita no hospital).
O sucesso foi tão grande que ela precisou transformar sua casa num “Centro de Impressão e Envio de Desenhos”, e – diga-se de passagem – alguns deles eram assinados pelo próprio “artista”.
Pedidos chegaram de todas as partes do mundo – até mesmo do Brasil.
O valor arrecadado com essa “empreitada” chegou aos U$ 30 mil (cerca de 47 mil reais), suficientes para pagar seu tratamento e evitar que a casa fosse vendida.
Então? Você que está nascendo para a vida ou até mesmo concluindo um curso profissionalizante, técnico ou superior… Você (qualquer cidadão ou cidadã), moço ou velho, menino ou menina: Tem alguma “boa idéia” para conseguir sobreviver às custas de si mesmo?
Estejam à vontade para os comments.
